Tempos Passados
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"Faz de mim
tua poesia,
teu violão,
teu riso largo.
Faz de nós,
a sós,
uma canção
do coração."
Capitule.     
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"Eu estava perdido no nevoeiro,e foi sua voz que me salvou"

                             14 Outonos.

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"Foi estranho, vi todos os meus desejos numa pessoa só."
Cabeça Ao Vento.  
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Esse moço chega me brisando e desconcertando todas as órbitas do meu ser. Chega assim com os olhos cor de tudo me despenteando a alma, desarrumando meus livros e gastando o meu batom. Chega assim como um vento que se arrasta furioso por toda a costa até chegar leve como uma poesia feita pela manhã. Esse moço é um misto de ternura e vício. É o desejo de conhecer o quente daqueles braços que me mastigam e o gosto daquela boca que me aconchega. Esse moço é o sonho passado alimpo de uma noite de rascunho de quereres insaciáveis de conhecer as estradas do seu corpo e a veia que liga ao teu coração… o qual eu quero me enrolar feito fio e aninhar todos os meus átomos e fazer dormir toda ansiedade e dor dessa vida. Quero me amarrar assim, bem juntinho até o sol raiar naquela montanha e essa chuva lavar toda a cidade e deixar apenas aquilo que faz voar e tira os nossos pés do chão.

                             Aquela Paz.

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"Minhas roupas ainda têm seu cheiro, e todas as fotos dizem que você ainda é jovem. Eu finjo não estar magoada, encarando o mundo como se eu estivesse me divertindo."
Lana Del Rey. 
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"Eu tenho o universo inteiro dentro de mim, e é tudo um caos aqui. Eu não suporto mais, quero explodir. Dói tanto. Você não entende, não é? Diz que me conhece, mas nem eu mesma consigo organizar essa bagunça cósmica. E quando você não percebe a agonia que se deleita no infinito do caos, tudo dói ainda mais, e eu sinto como se as estrelas explodissem, e eu sinto o fogo se consumir e cada neurônio do meu corpo virar chamas. E, de repente, o universo inteiro incendeia, os planetas se chocam, as galáxias colidem e eu percebo que o acúmulo de poeira cósmica nos cantos da minha alma nunca pesou tanto. E é tudo um alvoroço, as nebulosas já não existem mais, eu queimo por dentro, e eu estou ficando oca! Ei, socorro! Me escuta, pelo menos dessa vez! Quando a luz das estrelas chegar ao fim, o que vai sobrar de mim? Eu posso sentir, está acabando, não há mais combustível, nem atmosfera respirável. O brilho está desaparecendo, as estrelas morreram. Sou um imenso buraco negro. Estou escura. Vazia. Onde o caos reinava, há apenas o peso cruel da solidão e do nada. Olha aqui, nesse peito dilacerado: está cheio de um vazio imenso. Vazio. Meu silêncio está falando tão alto, presta atenção, por favor. Você ouve meus gritos? Consegue escuta-los? Ah, perdão! Acabo de me lembrar: o som não se propaga no vácuo."
Eu sou um buraco negro, Julia Sadowski.  
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"Me desculpe se alguma vez eu disse pra você me esquecer, sendo que a intenção era fazer você lembrar de mim todos os dias."
Realinhado. 
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"Me entreguei… Pulei de cabeça. Só não sabia que seu coração era uma piscina vazia."
Atemporal 
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Chorei por não saber sorrir

requietude:

foi uma dor imensurável, um soco na boca do estômago. meu rosto enferrujou, mon cher, eu não consegui sorrir por falta de prática e isso me doeu lá no fundo do peito. enchi os pulmões de ar pra segurar as lágrimas que insistiam em cair. um suspiro ou dois e a cada gota que caía, era como ácido penetrando em minha pele. o simples ato de respirar já têm me custado todas as forças, o oxigênio bombeado pelo meu corpo pesa toneladas e sinto-me incapaz de mover qualquer cisco de lugar. eu jorro pelos olhos todo o sangue que escorre do meu peito e eu sangro por horas infindas. eu sangro porque carrego em mim, todos os ferimentos do universo. eu choro porque ainda respiro as saudades que você deixou em mim e elas me rasgam o peito. relembro a todo instante tuas partidas desvairadas e imensuravelmente doídas. e por isso, minha mandíbula permanece estática. escondo minhas cicatrizes porque através delas, poderiam ver toda minha fraqueza, toda a minha dor. meu riso foi embora junto com todos aqueles amores amargos que você distribuía, agora só me restam livros empoeirados e aquele café frio. mas não sou de desistir, você sabe, sempre vou depositar uma pontinha de esperança em alguém. e sei que algum vou reaprender a sorrir.

Pássaro Preto deu as mãos a Requietude.

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por fora sou calmaria e por dentro sou furacão

requietude:

as estrelas do meu céu pararam de brilhar, babe. e eu dormiria nos canteiros de saturno só pra te ver sorrir, porque seu sorriso é a única luz que eu consigo ver. roubaram minha alma e as paredes do meu peito foram cobertas por trepadeiras. dirijo olhares inquietos pra você e vou embora, estou cansada demais para insistir, quando olhei pra trás, você havia sumido, me perdi nas esquinas da avenida e me joguei na sarjeta, você nem pediu para eu ficar. isso me corta a alegria e me deixa sem chão, como naquele dia em que um eclipse de tristeza tapou meu sol. vomitei lagartas mortas, babe, as pobrezinhas nem tiveram tempo de se transformar em borboletas. minhas turbulências me doem, o pior é que ninguém é capaz de enxergá-las. sou como as lagartas do meu estômago, não consigo completar a metamorfose e faleço a cada anoitecer.